"Não confunda liberdade com libertinagem", já dizia algum professor meu do ensino fundamental. Não me lembro exatamente em que situação, mas hoje me lembrei dessa expressão enquanto refletia sobre os acontecimentos da última semana, que foi de muitos conflitos, internos e externos.
Pensava eu: "Sinto-me livre, uma liberdade plena, uma sensação de que nada poderá impedir que eu faça o que tiver vontade." Opa! Mas e a vontade? Estou livre da vontade? O que será da minha liberdade se eu ceder a todas as minhas vontades? Acabarei por me tornar escrava de minhas vontades, meus desejos? A liberdade depende da vontade? É preciso haver equilíbrio na liberdade também? Temperança, moderação, controle? Controlar a liberdade para que não vire libertinagem? Seria esse um tipo de cerceamento da liberdade ou um cuidado para não cair no extremismo? A linha é tênue, as perguntas são muitas, as vontades também.
Adoro as suas reflexões, linda! Te amo!
ResponderExcluir