quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Pipoca doce

Crocância transbordante pra vida <3

Solos de guitarra me fazem abrir um sorriso, acalentam o coração e a alma. Tô morrendo de saudade...

http://www.youtube.com/watch?v=9-rIHFbOSDQ
A gente tem tudo
Pra dar certo
Fica comigo!
Com você por perto
É tudo tão bonito
Fica comigo!...
Na beira da praia
De frente pro mar
Fica comigo!
Menina é gostoso
Demais te amar
Eu te preciso!...
Tira a calça jeans
Bota o fio dental
Morena você
É tão sensual...
Na areia nosso amor
No rádio o nosso som
Tem magia nossa cor
Nossa cor marrom
Marrom bombom...
Marrom bombom
Marrom bombom
Nossa cor marrom...

terça-feira, 6 de agosto de 2013

terça-feira, 2 de julho de 2013

Alerta

São tantos bombardeios de alerta externo que quase não percebemos o alerta interno. Assim não agimos sendo essencialmente nós mesmos. Agimos de acordo com o que nos dizem as vozes externas, as instituições, o inconsciente coletivo, o senso comum...

Vinivida

Obrigada por não me achar a mulher mais bonita do mundo, a melhor, a mais tudo. Obrigada por me ajudar a reconhecer quem eu sou de verdade. Obrigada por me fazer questionar todo esse manual de senso comum que há tempos tem dominado a minha vida, minhas atitudes, minhas reações. Obrigada por não me achar perfeita, por me fazer enxergar que não posso ser perfeita, mas que posso me melhorar a cada dia.

sexta-feira, 28 de junho de 2013



"Não há despertar de consciência sem dor.
As pessoas farão de tudo, chegando aos limites do absurdo para evitar enfrentar sua própria alma.
Ninguém se torna iluminado por imaginar figuras de luz, mas sim por tornar consciente a escuridão."

C.G. Jung

E a gente tenta o tempo todo fugir do auto-enfrentamento, buscando prazer em qualquer coisa. Comprar, comer um doce, salgado, mas muito, que seja algo exagerado, ir a um bar com amigos...

Gracias, Tabatha

"Depois dos primeiros vislumbres do estado atemporal de consciência, passamos a viver em um vaivém entre a dimensão do tempo e a presença. Primeiro, você começa a perceber que a sua atenção raramente está no Agora. Entretanto, saber que você não está presente já é um grande sucesso. O simples saber já é presença – mesmo que, no início, dure só alguns segundos no tempo do relógio antes de desaparecer outra vez. Depois, com uma freqüência cada vez maior, você escolhe dirigir o foco da consciência para o momento presente. Você se torna capaz de ficar presente por períodos mais longos. Portanto, antes que sejamos capazes de nos estabelecer com firmeza no estado de presença, oscilamos, periodicamente, de um lado para o outro, entre a consciência e a inconsciência, entre o estado de presença e o estado de identificação com a mente. Perdemos o Agora várias vezes, mas retornamos a ele. Por fim, a presença se torna o estado predominante." Eckhart Tolle
Penso em quantas pessoas têm uma dor muito maior que a minha. Às vezes até penso que meus episódios de dor e tristeza se parecem a episódios de uma novela teen, que são tão bobos e imaturos, que é até ridículo ver uma mulher dessa idade se descabelando por isso. Aí eu paro pra pensar de novo... Minha dor também é válida. Essa dor tem algo pra me ensinar, algo que deve ser superado. Meu "grande" problema? Meu ego. Meu ego que julga, que compara, que condena, que deseja, que tenta excluir qualquer possibilidade de diálogo comigo mesma.
Paz não vem de querer. Do querer vem o conflito. Conflito alimentando conflito. E quantos conflitos externos e reações negativas não existiriam se superássemos o conflito interno? Acontece que estamos sempre fugindo do conflito interno; buscando carinho, alimentando vícios, rezando, esperando uma palavra de conforto. Desse modo não há superação, só fuga, anestesia. Mente silenciosa não quer ser, deixa ser. Difícil!


quarta-feira, 26 de junho de 2013

Carta para Pierre

Carta para Pierre

Que haja serenidade em meio a ansiedade do mundo. Que você possa fluir. Que você reencontre uma companhia que faça todos os seus dias terem um sabor de sexta-feira. Que você possa ser seu próprio guia. Que você possa observar seus próprios pensamentos e veja que as coisas são como são, você decide o que pensar sobre elas. Que haja consciência. Que você encontre alguém com quem quer estar e não para seguir um fluxograma. Que você deixe a paz e a luz interiores ascenderem. Que você perceba que já está completo, mas que compartilhar é maravilhoso. Que você conviva com pessoas que te permitam transbordar e ser você mesmo. Que você se aceite, aceite a própria luz. Que você valorize os pequenos gestos, as pequenas coisas. Que você compreenda, um dia, que tudo nesse mundo nos é emprestado; as coisas e pessoas nos ajudam a crescer, mas chegamos sozinhos e partimos sozinhos. Que você cultive momentos de solitude e aproveite para criar e produzir. Que você consiga se desvencilhar de tudo aquilo que te separa do amor por você e pelos outros. Que você se questione e que questione os seus próprios questionamentos. Que você pergunte "por quê?", mas que às vezes também pergunte "Por que não?". Que você diga sim ou não, mas que você também opte pelo talvez. Que você não espere nada dos outros, mas se optar por fazer isso, lembre-se que é o melhor que elas podem fazer naquele momento. Não deixe que ninguém te diga o que você é ou não é. Que haja simplicidade e humildade que vem de dentro. Que você seja fonte de positividade e ternura. Que mesmo em meio a tanto ruído externo, você consiga aproveitar o silêncio e se sentir pleno, leve e em paz. Que você esteja sempre rodeado de pessoas criativas e de bem. Que você se permita e se abra para a vida. Que você não siga nenhuma receita de como viver bem, mas que você simplesmente seja. Sinta a presença e viva o presente!

Gonzalina
"[...]Quando a mente e o coração tornam-se simples e, assim, sensíveis, não por meio de qualquer forma de compulsão, imposição ou controle, vemos que os nossos problemas podem ser enfrentados com muito mais facilidade. Por mais complexos que eles forem, seremos capazes de abordá-los de uma nova maneira e vê-los de modo diferente. No momento atual, é preciso haver pessoas capazes de enfrentar essa confusão interior, esse tumulto e antagonismo de maneria nova, criativa e simples, e não com teorias, fórmulas, sejam de esquerda ou da direita. Não podemos fazer isso se não formos simples."

Leituras de Krishnamurti

segunda-feira, 10 de junho de 2013

     "Estará a humanidade pronta para uma transformação da consciência, um florescimento interior tão radical e profundo que, comparado a ela, o desabrochar das flores, por mais bonito que seja, pareça apenas seu pálido reflexo? Seremos capazes de perder a densidade das nossas estruturas mentais condicionadas e nos tornar como cristais ou pedras preciosas, isto é, transparentes à luz da consciência? Conseguiremos desafiar a atração gravitacional do materialismo e da materialidade e permanecer acima da identificação com a forma, que mantém o ego imóvel e nos condena à prisão dentro da nossa própria personalidade? [...]"

"[...] Quando você descobre a inconsciência em si próprio, aquilo que torna o reconhecimento possível é o surgimento da consciência, é o despertar. Você não pode lutar contra o ego e vencer, assim como não consegue combater a escuridão. A luz da consciência é tudo o que é necessário. Você é essa luz."

 "Medo, cobiça e desejo de poder são as forças motivadoras psicológicas que estão por trás não só dos conflitos armados e da violência envolvendo países, tribos, religiões e ideologias, mas também do desentendimento incessante nos relacionamentos pessoais. Elas produzem uma distorção na percepção que temos dos outros e de nós mesmos. Por meio delas, interpretamos erroneamente todas as situações, o que nos leva a adotar uma ação equivocada para nos livrarmos do medo e satisfazermos nossa necessidade interior de alcançar mais, um poço sem fundo que nunca pode ser preenchido."




domingo, 9 de junho de 2013

Que liberdade é essa que te diz o que você tem que fazer?

Algumas pessoas dizem que se "tudo fosse liberado", o mundo viraria uma grande bagunça. 

Será? 

Cada vez mais acredito que o ser humano privado da sua verdadeira liberdade, bombardeado com conceitos sobre certo e errado, pecado e tantas outras definições, pela cultura do medo e da culpa; obrigado a acreditar em livros, deuses, seja lá o que for, e afastado da sua busca interior, do seu autoconhecimento, é combustível para uma sociedade doente e corrupta, ou seja, uma grande bagunça. O mundo em que vivemos está uma grande bagunça. O ser humano afastado da sua verdadeira natureza, reprimido, proibido de viver a própria por causa de uma crença, de uma ideologia, se acostuma a ser escravo de letras escritas em livros sagrados e é incapaz de assumir a responsabilidade pela própria vida. 

E o que seria a verdadeira liberdade?

Cada um sabe de si. Não existe uma definição generalizada. Mas com tanto barulho fora é mesmo muito difícil silenciar e descobrir a própria liberdade através da paz interior.

Pili

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Autoconhecimento

"Os problemas do mundo são tão colossais, de tal modo complexos, que para compreendê-los e, então, resolvê-los, é preciso que sejam abordados de maneira muito simples e direta. Essa abordagem simples e direta não depende de circunstâncias externas, nem de nossos preconceitos ou de nosso humor. Conforme tenho dito, a solução não será encontrada em conferências, projetos, ou pela substituição de líderes antigos por novos, e assim por diante. A solução, obviamente, está no criador do problema, no criador da maldade, do ódio e do imenso mal-entendido que existem entre os seres humanos. O criador dessa maldade, o criador desses problemas, é o indivíduo, é você e sou eu, não o mundo, como julgamos. O mundo é seu relacionamento com o outro. O mundo não é algo separado de você e de mim. O mundo - a sociedade - é o relacionamento que estabelecemos ou procuramos estabelecer entre nós. 
     Então você e eu somos o problema, não o mundo, porque o mundo é a projeção do que somos, e para compreender o mundo, precisamos primeiro compreender a nós mesmos. O mundo não é algo separado de nós. Nós somos o mundos, e nossos problemas são os problemas do mundo. Nunca será demais repetir isso, porque somos de mentalidade tão lenta que pensamos que os problemas do mundo não nos dizem respeito, que têm de ser resolvidos pelas Nações Unidas ou então pela substituição de líderes antigos por outros novos. A mente que pensa assim é muito obtusa, porque somos responsáveis por esse sofrimento e essa confusão assustadoras que há no mundo, por essa guerra que está sempre na iminência de acontecer. Para transformar o mundo, temos de começar por nós próprios, e o mais importante nisso é a intenção. Essa intenção deve ser a de conhecermos a nós mesmos, não a de esperar que os outros se transformem ou que promovam uma mudança por meio de uma revolução, seja da esquerda ou da direita. É importante compreender que essa é uma responsabilidade nossa, sua e minha, porque por pequeno que seja o mundo particular em que vivemos, se pudermos transformar a nós mesmos, criar um ponto de vista totalmente diferente em nossa vida diária, então talvez possamos afetar o mundo como um todo, isto é, o ampliado relacionamento com os outros [...]"

Leituras de Krishnamurti
Que o nosso tudo não sejam pessoas ou coisas, pois depois que forem embora, o que sobrará? Que o nosso tudo sejamos nós mesmos e a nossa paz interior.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Que a nossa felicidade não tenha motivo. Que a felicidade não esteja em pessoas, coisas ou situações. Que a felicidade seja uma escolha. Que possamos celebrar os bons sentimentos que as pessoas e as situações trazem, mas que não dependamos delas para ser felizes. Que a nossa felicidade seja uma escolha; viver em harmonia com os outros seres, nos sentirmos gratos, e levarmos a vida de forma simples e serena. Que a nossa felicidade seja a nossa paz de espírito.

Pili

quinta-feira, 9 de maio de 2013

A felicidade não está em coisas, pessoas, situações. Se relacionamos a felicidade a uma conquista, a um momento, a uma ideia, não estaremos felizes, pois se definimos algo como bom ou ruim, por exemplo, nunca sentiremos a nossa plenitude. Teremos momentos alegres, mas estaremos infelizes. A felicidade é uma escolha. Ser feliz é ser grato, aceitar a vida como é, as pessoas como são, sem julgar como bem ou mal, certo ou errado, é ser livre. Situações adversas sempre irão existir, mas o problema é o que pensamos sobre tais situações. A historinha que contamos na nossa mente, que invoca o passado e imagina o futuro é que nos faz infelizes. A felicidade está em não julgar, em deixar as coisas fluírem, aceitar que tudo é temporário e que a nossa paz depende somente de nós mesmos, nosso bem-estar vem de dentro pra fora. Se nos abalamos com as "coisas externas" e nos empolgamos com algo de "bom" que acontece, a ponto de achar que se aquilo acabar, a nossa paz também acabará, estaremos sempre dependentes e a felicidade então se tornará algo a ser alcançado.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Quando você passa a se concentrar na sua paz interior, e não em querer resolver todas as injustiças do mundo, você cria uma espécie de escudo em volta de si que repele as coisas ruins. Quando você encontra e cultiva a sua paz interior, você passa a atrair coisas boas, pessoas boas. Não é que você esteja sendo indiferente com os problemas do mundo, mas você passa a crer que o mundo seria bem melhor se cada um se concentrasse em fazer o mesmo.

Pili

terça-feira, 30 de abril de 2013

     "Para darmos fim ao sofrimento que vem aflingindo a condição humana há milhares de anos, precisamos começar por nós mesmos e assumir a responsabilidade por nosso estado interior em qualquer momento. Isso quer dizer agora. Portanto, pergunte-se "Estou dando mostras de negativismo neste exato instante?" Depois fique alerta, preste atenção nos seus pensamento e nas suas emoções. Observe as formas de infelicidade que se manifestam em graus menos elevados, como aquelas que mencionei anteriormente - descontentamento, irritação, saturação, etc. Atente para os pensamenos que parecem justificar ou explicar essa infelicidade, mas que, na verdade, são seus causadores. Caso você tome consciência de um estado negativo dentro de si mesmo, isso não significa um fracasso da sua parte. Ao contrário, mostra que obteve sucesso. Enquanto a consciência não se manifesta, existe identificação com estados internos - e essa identificação é o ego. Com a consciência vem o abandono da identificação com os pensamentos, as emoções e as reações. No entanto, esse processo não deve ser confundido com negação. Os pensamentos, as emoções e as reações são reconnhecidos e, no momento em que são detectados, o fim da identificação se dá de forma automática. Nossa percepção do eu, ou seja, de quem somos, passa então por uma mudança: diante de nós estão os pensamentos, as emoções e as reações, e agora nós somos a consciência, a presença consciente que testemunha esses estados. 
     'Um dia vou me libertar do ego.' Quem está falando? O ego. Libertar-se dele não é verdadeiramente um grande trabalho, mas uma tarefa muito pequena. Basta estarmos conscientes dos nossos pensamentos e das nossas emoções à medida que eles vão surgindo. Não se trata de "fazer", e sim de "ver" com atenção. Nesse sentido, é verdade que não há nada que possamos fazer para nos libertar do ego. Quando essa mudança acontece, ou seja, quando passamos do pensamento para a consciência, uma inteligência muito maior do que a esperteza do ego começa a agir na nossa vida. As emoções e até mesmo os pensamentos são despersonalizados pela consciência. A natureza impessoal de ambos é reconhecida. O eu deixa de existir neles. São apenas emoções e pensamentos humanos. Toda a nossa história pessoal, que, em última análise, não passa mesmo de uma história, de um amontoado de pensamentos e emoções, adquire uma importância secundária e não ocupa mais o primeiro plano da nossa consciência. Ela deixa de formar a base para nosso sentido de identidade. Nós somos a luz da presença, a consciência de que somos mais importantes e mais profundos do que quaisquer pensamentos e emoções."

Eckhart Tolle
Tenho a impressão de que grande parte de nós não quer um mundo melhor, mas quer que o outro pense como nós pensamos. Grande parte de nós quer mudar o mundo, mudando o outro. Grande parte de nós quer estar certo, quer ter razão, quer ser o dono da verdade, quer que os outros reconheçam nossas virtudes, sendo que nós mesmos as desconhecemos. Vivemos uma grande ilusão. Eu ainda acredito e tenho vivido a máxima "Mude a si mesmo para mudar o mundo". Quando você olha para dentro de si e desperta, percebe que por muito tempo todos nós vivemos um grande sonho. Quando você desperta, percebe que muitos ainda estão dormindo. Mas não adianta querer "acordar" o outro se ele está acostumado ao sonho. A mudança é silenciosa, serena. Comece por você. Se você se melhora, se concentra na sua própria evolução, o mundo ao redor também muda. Pelo menos é nisso que eu acredito.

Pili

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Engraçado como a gente perde tanto tempo tentando entender o amor, defini-lo e encontrá-lo em outras pessoas. O amor está dentro de nós. Nós somos o amor.

Pili

quarta-feira, 24 de abril de 2013

     "A causa primária da infelicidade nunca é a situação, mas nossos pensamentos sobre ela. Portanto, tome consciência dos pensamentos que estão lhe ocorrendo. Separe-os da situação, que é sempre neutra - ela é como é. Existe a circunstância ou o fato, e você terá seus pensamentos a respeito deles. Em vez de criar histórias, atenha-se aos fatos." Eckhart Tolle

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Ser livre é ter consciência verdadeira de que ninguém é melhor ou mais alguma coisa do que ninguém. Asssim não esperaremos atitudes dos outros que possam mudar a nossa realidade, não criaremos expectativas para nós mesmo, e nos concentraremos na nossa evolução íntima. A vaidade e a ganância nos afastam do nosso centro, mas se enxergamos aqueles que passam nas nossas vidas como guias, e cada relação, diálogo, como uma simples troca, estaremos em harmonia com a diversidade e em paz.

Pili

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Ser livre é escolher dar uma resposta amável, mesmo quando existe a vontade de brigar. Observar a mente, nossos pensamentos e ter uma noção das nossas reações quando nos sentimos contrariados em outros momentos, evita muitos conflitos internos e externos no AGORA. Estejamos em paz e escolhamos o caminho da harmonia.

Pili

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Consciência na TPM

Ser livre é ser a consciência por trás da realidade condicionada. Nós não somos o que nos fizeram ou o que nós mesmos fizemos acreditar que somos.
Ser livre é transcender as emoções negativas alimentadas pelo ego, que levam à identificação e à consequente separação do Todo. Ciúme, raiva, inveja, nada disso é positivo, mesmo em doses pequenas. O ego é reacionário, a consciência é pacífica. 
Ser livre é observar, estar atento. "Vigiar" nossos pensamentos para que eles não nos levem ao estado de inconsciência novamente, de certa forma pode evitar que tomemos atitudes negativas equivocadas. Assim, o ego quando é reconhecido, enfraquece. Compreender que estamos inconscientes nos faz despertar, pois a partir daí, percebemos a consciência.
Ser livre é utilizar coisas, não pessoas. Ser livre é não se apegar às coisas materiais, e não tentar querer ser dono de alguém.
Ser livre é estar presente, não se culpar (passado) e não se preocupar (futuro).
Ser livre é perdoar os nossos erros e os do outro. É ter compaixão. Compreender que temos nossos momentos de inconsciência nos ajuda a ter mais paciência com o tempo do outro.
Ser livre é não desejar ter ou ser. Ser livre é aceitar a própria luz, eximir-se de rótulos.
Ser livre é buscar o equilíbrio. Fanatismo e indiferença alimentam compulsões e obsessões. 
Ser livre é ser grato, aceitar. Estar em paz com a sua verdade, suas vivências, suas particularidades.
Ser livre é estar em harmonia com a Unidade. Afinal, somos todos um. 
Ser livre é saber que tudo o que temos, nos foi emprestado para contribuir para a nossa evolução. Estamos aqui para evoluir, para crescer.
Ser livre é despertar para o amor, estar em sintonia com a diversidade.
Ser livre é deixar ser. É ser amor. É ser Luz. 



Pili <3

quarta-feira, 17 de abril de 2013

     "[...]
     O ressentimento é a emoção que acompanha a queixa e a rotulagem mental dos outros. Ele acrescenta ainda mais energia ao ego. Ressentir-se significa ficar magoado, melindrado ou ofendido. Costumamos nos sentir assim em relação à cobiça das pessoas, à sua desonestidade, à sua falta de integridade, ao que estão fazendo no presente, ao que fizeram no passado, ao que disseram, ao que deixaram de dizer, à atitude que deviam ou não ter tomado. O ego adora isso. Em vez de detectarmos a inconsciência nos outros, nós a transformamos em sua identidade Quem é o responsável por isso? Nossa própria inconsciência, o ego. Algumas vezes, a "falta" que apontamos em alguém nem mesmo existe. Ela pode ser um erro total de interpretação, uma projeção feita por uma mente condicionada a ver inimigos e a se considerar sempre certa ou superior. Em outras ocasiões, a falta pode ter ocorrido; contudo, se nos concentrarmos nela, às vezes excluindo todo o resto, nós a tornamos maior do que é. E dessa maneira fortalecemos em nós mesmos aquilo a que reagimos no outro.
     Não reagir ao ego das pessoas é uma das maneiras mais eficazes de não só superarmos nosso próprio ego como também de dissolver o ego humano coletivo. No entanto, só conseguimos nos abster de reagir quando somos capazes de reconhecer o comportamento de alguém como originário do ego, como uma expressão do distúrbio coletivo da espécie humana. Quando compreendemos que não se trata de nada pessoal, a compulsão para reagir desaparece. Não reagindo ao ego, muitas vezes podemos fazer aflorar a sanidade nos outros, que é a consciência não condicionada em oposição à consciência condicionada. Em determinadas ocasiões, talvez precisemos tomar providências práticas para nos proteger de pessoas profundamente inconscientes. Isso é algo que temos condições de fazer sem torná-las nossas inimigas. Nossa maior defesa, contudo, é sermos conscientes. Alguém passa a ser um inimigo quando personalizamos a inconsciência que é o ego. A não-reação não é fraqueza, mas força. Outra palavra para não-reação é perdão. Perdoar é ver além, ou melhor, é enxergar através de algo. É ver, através do ego, a sanidade que há em cada ser humano como sua essência.
     O ego adora reclamar e se ressente não só de pessoas como de situações. O que podemos fazer com alguém também conseguimos fazer com uma circunstância: transformá-la num inimigo. Os pontos implícitos são sempre: isso não deveria estar acontecendo, não quero estar aqui, estou agindo contra minha vontade, o tratamento que estou recebendo é injusto. E, é claro, o maior inimigo do ego acima de tudo isso é o momento presente, ou seja, a vida em si.
     Não confunda a queixa com a atitude de informar alguém de uma falha ou de uma deficiência para que elas possam ser sanadas. Além disso, abster-se de reclamar não corresponde necessariamente a tolerar algo de má qualidade nem um mau comportamento. Não há interferência do ego quando dizemos ao garçom que a comida está fria e precisa ser aquecida - desde que nos atenhamos aos fatos, que são sempre neutros. "Como você se atreve a me servir uma sopa fria?" Isso é se queixar. Nessa situação, existe um "eu" que adora se sentir pessoalmente ofendido pela comida fria e ele aproveitará esse fato ao máximo, um "eu" que aprecia apontar o erro de alguém. A reclamação a que me refiro está a serviço do ego, e não da mudança. Algumas vezes fica óbvio que o ego não deseja que algo se modifique para que possa continuar se queixando."

O despertar de uma nova consciência, Eckhart Tolle

terça-feira, 9 de abril de 2013

Trechos - O despertar de uma nova consciência - Capítulo 1

"[...] Até que isso aconteça, contudo, a maioria das pessoas vê apenas as formas exteriores, não atentando para a essência interior, da mesma maneira como não percebe sua própria essência e se identifica somente com sua forma física e psicológica.

     Estará a humanidade pronta para uma transformação da consciência, um florescimento interior tão radical e profundo que, comparado a ela, o desabrochar das flores, por mais bonito que seja, pareça apenas
 seu pálido reflexo? Seremos capazes de perder a densidade das nossas estruturas mentais condiconadas e nos tornar como cristais ou pedras preciosas, isto é, transparentes à luz da consciência? Conseguiremos desafiar a atração gravitacional do materialismo e da materialidade e permanecer acima da identificação com a forma, que mantém o ego imóvel e nos condena à prisão dentro da nossa própria personalidade?

[...] Quando você descobre a inconsciência em si próprio, aquilo que torna o reconhecimento possível é o surgimento da consciência, é o despertar. Você não pode lutar contra o ego e vencer, assim como não consegue combater a escuridão. A luz da consciência é tudo o que é necessário. Você é essa luz.

[...] A primeira parte, ou o aspecto ruim, dessa verdade é a compreensão de que o estado mental 'normal' de quase todos os seres humanos contém um forte elemento do que podemos chamar de distúrbio, ou disfunção, e até mesmo de loucura. Determinados ensinamentos fundamentais do hinduísmo talvez sejam os que mais se aproximem da ideia de que esse desajuste é uma forma de doença mental coletiva.

[...] Assim, pecar quer dizer errar o sentido da existência humana. Corresponde a viver de maneira deosrientada, cega e, portanto, sofrer e causar sofrimento. Uma vez mais, essa palavra, despojada da sua bagagem cultural e de sentidos equivocados, indica o distúrbio inerente à condição humana.

      Medo, cobiça e desejo de poder são as forças motivadoras psicológicas que estão por trás não só dos conflitos armados e da violência envolvendo países, tribos, religiões e ideologias, mas também do desentendimento incessante nos relacionamentos pessoais. Elas produzem uma distorção na percepção que temos dos outros e de nós mesmos. Por meio delas, interpretamos erroneamente todas as situações, o que nos leva a adotar uma ação equivocada para nos livrarmos do medo e satisfazermos nossa necessidade interior de alcançar mais, um poço sem fundo que nunca pode ser preenchido.

      A história do comunismo, inspirado originalmente por ideais nobres, ilustra com clareza o que acontece quando as pessoas tentam alterar a realidade externa - no caso, criar um novo mundo - sem realizar nenhuma modificaçãoprévia essencial na sua realidade interior, no seu estado de consciência. Elas fazem planos sem levar em conta o "modelo" de distúrbio que todo ser humano traz dentro de si: o ego.

      A maior conquista da humanidade não são as obras de arte nem os inventos da ciência e da tecnologia, mas a identificação do seu próprio distúrbio, da sua própria loucura.

     Reconhecer a própria loucura marca, obviamente, o surgimento da sanidade, o início da cura e da transcendência.

      Assim, as religiões, numa grande medida, firmaram-se como forças divisoras em vez de unificadoras. Em lugar de estabelecerem o fim da violência e do ódio por meio da compreensão da unicidade fundamental de toda a vida, elas suscitaram mais violência e ódio, mais separações entre indivíduos, religiões e até mesmo rupturas dentro de um mesmo credo. Tornaram-se ideologias, sistemas de crenças com os quais as pessoas podiam se identificar, e elas os usavam para ressaltar sua falsa percepção do eu. Por meio dessas crenças, elas se classificavam como 'certas' e chamavam os outros de 'errados'. Assim, definiam sua identidade diante dos inimigos - os 'outros', os 'não-crentes' ou 'crentes equivocados' - e, algumas vezes, consideravam-se no direito de matá-los. O homem feito 'Deus' na sua própria imagem. O eterno, o infinito, o inominável foi reduzido a um ídolo mental no qual as pessoas tinham de acreditar e que devia ser venerado como 'o meu deus' ou 'o nosso deus'.

[...] Seus ensinamentos, ao contrário das doutrinas da religião principal, enfatizavam a compreensão e a transformação interior.

[...] Muitas pessoas 'religiosas' estão presas nesse nível. Para elas, a verdade equivale ao pensamento. Como estão completamente identificadas com o pensamento (sua mente), consideram-se detentoras exclusivas da verdade, o que é uma tentaiva incosciente de proteger a própria identidade. Elas não compreendem as limitações do pensamento. A seus olhos, qualquer indivíduo que acredite (pense) de modo diferente está errado. Num passado não muito distante, isso lhes serviria de justificativa para matar alguém. E ainda há quem faça isso hoje em dia.

[...] Elas compreendem que seu 'grau de espiritualidade' não está absolutamente relacionado com aquilo em que acreditam, porém que ele tem tudo a ver com seu estado de consciência.

[...] Há instituições religiosas abertas à nova consciência, enquanto outras endurecem suas posições doutrinárias e se tornam parte de todas aquelas estruturas artificiais que o ego coletivo usa para se defender e 'revidar'. Algumas Igrejas e seitas, assim como determinados cultos ou movimentos religiosos, são em essência entidades egóicas coletivas, uma vez que se identificam rigidamente com suas convicções mentais, a exemplo do que fazem os adeptos de qualquer ideologia políticas fechada a todo tipo de interpretação alternativa da realidade.

[...] Estamos chegando ao fim não só das mitologias como também das ideologias e dos sistemas de crenças. A mudança é mais profunda do que o conteúdo da nossa mente e do que nossos pensamentos. [...] E para um indivíduo é uma libertação saber que ele não é aquela 'voz dentro da cabeça'. 

      O ego não é mais do que isto: identificação com a forma , o que basicamente corresponde a formas de pensamento. Se o mal tem alguma realidade (e ela é uma realidade relativa, e não absoluta), esta também é uma definição dele: identificação com a forma - formas físicas, formas de pensamento. formas emocionais. Isso resulta de uma total falta de consciência da nossa ligação com o todo, da nossa unidade intrínseca com todos os 'outros' e com a Origem. Esse esquecimento é o pecado original, o sofrimento, a ilusão. Quando essa ilusão da completa separação governa tudo o que pensamos e fazemos, que tipo de mundo criamos? Para responder a essa pergunta, observe como as pessoas se relacionam entre si, leia um livro de história ou veja o noticiários na televisão hoje à noite.
      Se as estruturas da mente humana permanecerem imutáveis, vamos sempre terminar recriando fundamentalmente o mesmo mundo, os mesmos males, o mesmo distúrbio."

Eckhart Tolle





domingo, 31 de março de 2013

Presente

O que eu quero de aniversário? Muita saúde e serenidade pra mim e pras pessoas que eu amo <3

quinta-feira, 21 de março de 2013

Sucesso, fama, reconhecimento, massagem no ego? Não quero nada disso! Sucesso pra mim é estar em paz comigo mesma. É me afastar cada vez mais daquilo que rotula, que me define e me faz julgar os outros. Sucesso é poder evoluir a cada dia. É poder refletir e melhorar as relações, o convívio com os outros e a natureza. Elogios virão, reconhecimento pelo seu trabalho bem feito, mas o que importa de verdade é estar em paz.
Não sou este nome, não sou este corpo, tampouco as roupas que trajo e os pensamentos que carrego. 

Nada como estar cada vez mais desperta, mais consciente.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Mais diálogo sereno, mente aberta e menos ego. Vamos lá!

A GUERRA É UM MODELO MENTAL
      
     Em determinados casos, precisamos nos proteger ou defender uma pessoa dos atos prejudiciais de alguém. No entanto, temos que ter cuidado para não transformar isso numa missão de "erradicação do mal", uma vez que, provavelmente, nos converteremos na própria coisa que estamos combatendo. Lutar de modo inconsciente pode nos levar à inconsciência. Há a possibilidade de que a inconsciência - o comportamento egóico desajustado - nunca seja vencida pelo ataque. Mesmo se derrotarmos o oponente, ela simplesmente se transferirá para nós ou esse adversário reaparecerá num novo disfarce. Nós fortalecemos tudo aquilo que combatemos, enquanto todas as coisas a que resistimos persistem.
     Hoje em dia ouvimos com frequência a expressão "a guerra contra" isso ou aquilo. Onde quer que eu a ouça, sei que está condenada ao fracasso. Há a guerra contra as drogas, a guerra contra o crime, a guerra contra o terrorismo, a guerra contra o câncer, a guerra contra a pobreza, e assim por diante. Por exemplo, apesar da luta contra o crime e as drogas, tem havido um aumento impressionante no número de crimes e de delitos relacionados às drogas nos últimos 25 anos. Nos Estados Unidos, por exemplo, a população carcerária passou de 300 mil detentos em 1980 para 2,1 milhões em 2004. A guerra contra as doenças nos deu, entre outras coisas, os antibióticos. A princípio, muitos especialistas concordam que o uso disseminado e indiscriminado desses remédios criou uma bomba-relógio e que as epécies de bactérias resistentes a eles provavelmente causarão um ressurgimento dessas moléstias, talvez até como epidemias. O Journal of the American Medical Association diz que nos Estados Unidos o tratamento médico é a terceira maior causa  de morte depois dos males cardíacos e docâncer. A homeopatia e a medicina chinesa são dois exemplos de métodos de tratamentos alternativos que não consideram as doenças inimigos e, portanto, não criam novas enfermidades.
     A guerra é um modelo mental, e toda ação que resulta dela tanto pode fortalecer o inimigo (o mal percebido) ou, quando ela é vencida, criar um novo adversário, um mal que pode ser idêntico ao que foi derrotado ou até pior do que ele. Existe uma profunda inter-relação entre nosso estado de consciência e a realidade externa. Quando nos encontrarmos sob o domínio de um modelo mental como o da "guerra", nossas percepções se tornam extremamente seletivas e distorcidas. Em outras palavras, só vemos aquilo que queremos ver e, assim, interpretamos tudo errado. É fácil imaginar que tipo de ação decorre dessa espécie de engano. Se você não quiser imaginá-la, observe as notícias na televisão hoje à noite. 
     Reconheça o ego pelo que ele é: um distúrbio coletivo, a insanidade da mente humana. Quando o identificamos pelo que ele é, deixamos de interpretá-lo erroneamente como a identidade de uma pessoa. E temos mais facilidade em não adotar uma atitude reativa em relação a ele. Já não o tomamos como algo pessoal. Não existe queixa, culpa, acusação nem ação equivocada. Ninguém está errado. É apenas o ego em alguém, só isso. A compaixão surge quando compreendemos que todas as pessoas sofrem do mesmo distúrbio mental, algumas delas de forma mais aguda do que outras. Assim, paramos de nutrir o conflito que faz parte de todos os relacionamentos egóicos. E o que o alimenta? A atitude reativa: com ela o ego prospera.

Eckhart Tolle, O despertar de uma nova consciência




sexta-feira, 15 de março de 2013

No one wishes to be ‘rescued’ with someone else’s beliefs. Remember your task is not to convert anyone to anything, but to help the person in front of you get in touch with his or her own strength, confidence, faith, and spirituality, whatever that might be."

 The Tibetan Book of Living And Dying

quinta-feira, 14 de março de 2013

"Você é um ser espiritual, vivendo em um mundo material e dotado secretamente de inteligência divina e de poder criativo.
Você tem apenas que se interiorizar, em seu verdadeiro ser, e conectar-se com os níveis espirituais da consciência. Quanto mais familiarizado você se torna com estes níveis expandidos da consciência, mais potencial se torna disponível a você para a criação de uma vida e um mundo melhor. "

Owen K. Waters

terça-feira, 12 de março de 2013

Uma coisa é você ter a sua crença, você ter a sua convicção. Outra coisa é você querer enfiar na cabeça do resto do mundo que a sua verdade é a verdade verdadeira. Eu tenho vivido uma fase de evolução, transição, transformação espiritual. Eu tenho vivido estados de graça. Tenho vivido em paz, na maior parte do tempo. Sinto-me mais serena, mais paciente, em sintonia com o universo. Confesso que a leitura de livros espirituais e de autoajuda - posso citar até Dr. Wayne Dyer, Osho, Eckhart Tole como os principais - me ajudaram muito. Mas eles poderiam não ter tido efeito algum, se meu coração e minha mente não estivessem abertos para receber a vida de outra forma. E sabe o que acontece quando você começa a ver a vida de outra forma? Quando você percebe que para ser feliz, você não precisa de coisas externas, mas perceber e aceitar a própria luz, você fica consciente. Você passa a querer desaprender para aprender a andar por um caminho mais puro, sob uma nova percepção. E não é questão de querer estar certo ou errado, de querer convencer os outros de que você é detentor da verdade, da convicção extrema. Você passa a perceber que muitas das coisas que você aprendeu a vida toda estão equivocadas. Percebe que muitos sentimentos não deveriam nem existir, pois te afastam de tudo o que é sagrado. Você passa a se ver como parte de um todo. Tenta mudar a sua realidade, a sua frequência para que ela possa ser agradável para as outras pessoas. Você não sente a necessidade de convencer alguém da sua experiência, pois você está consciente e pra você isso é suficiente. Você passa a querer espalhar a sua mensagem de forma sutil, sem coerções, pois somos todos muitos diferentes um do outro e, nem sempre a experiência e o caminho que deram certo pra mim, podem dar certo pra você.
Preciso dizer também que as pessoas que convivem comigo, as pessoas que eu escolhi para a vida, também me ajudaram muito - além da psicoterapia que durou poucos meses - , pois estão sempre me apoiando, sempre me colocando pra cima de alguma forma. Às vezes achamos que temos problemas muito graves. Na maioria das vezes procuramos problemas. A vida é muito simples e depois que eu passei a enxergar as coisas dessa forma, tudo ficou mais simples.


Pili


“Penso que o ciúme seja uma controversa versão do zelo. Por sua vez, o zelo exercido além dos seus cuidadosos limites pode estimular o apego. O apego reclama a posse, confessa a dependência, admite a incompletude e protesta pela necessidade de algo ou alguém para que você se sinta inteiro.

Imagino que ciúme, zelo e apego sejam águas que corram no leito de um mesmo córrego que, em algum momento, se agiganta para se revelar um caudaloso rio: o Rio do Medo... Sim... Medo... Não de você perder algo ou alguém, mas de perder o que você julga, ilusoriamente, ser uma parte inseparável... essencial... de você...”

por Xamã Sherotáia Kê Takoshemí


Como é difícil eliminar comportamentos negativos, causados por conceitos equivocados aprendidos em toda uma vida...

"Luta" diária

Reforma íntima

"Reforma Íntima – Como fazer?
A Reforma Íntima é uma luta constante até que o espírito chegue à perfeição e se torne um espírito puro. Será tanto mais rápida quanto mais disposição tiver o espírito de buscar o seu progresso espiritual. 

Para isso é preciso substituir os defeitos por virtudes.

São defeitos: o orgulho, a inveja, o ciúme, o egoísmo, a agressividade, a maledicência, a intolerância, a vaidade etc.

São virtudes: a bondade, a humildade, a resignação, o bom senso, a generosidade, a caridade, a afabilidade, a doçura, a tolerância e o perdão.

PRIMEIRO PASSO: AUTOCONHECIMENTO.

O primeiro passo para realizar a Reforma Íntima é o autoconhecimento. É preciso conhecer para mudar.

Como querer eliminar nossos defeitos se nem ao menos sabemos quais são eles? Como trabalhar nossas virtudes se não sabemos quais são elas? 


É muito raro as pessoas pararem um pouco para refletir sobre seus próprios atos, vícios, virtudes, comportamentos... Muitas vezes, acham que não têm defeitos e continuam a vida sem se preocuparem com isso. Outras acham que não têm qualidades ou virtudes e perdem a oportunidade de usar os talentos que possuem.

Como fazer o autoconhecimento?

Ao fim do dia, interrogue a sua consciência e relembre o que fez, perguntando-se a si mesmo se não faltou a algum dever, se não deixou de fazer o bem em alguma ocasião e se ninguém teve motivo para de você se queixar. Analise se você tratou mal alguém e se foi orgulhoso ou egoísta em algum momento.

Evite julgar os outros, mas permita-se analisar a si mesmo!

SEGUNDO PASSO: MUDAR ATITUDES.
Conhecendo a nossa própria personalidade, é hora de consertarmos nossos erros e trabalharmos nossas qualidades, para que nos tornemos pessoas melhores.

As mudanças vêm progressivamente e os resultados são surpreendentes. A criatura que trabalha a sua Reforma Íntima torna-se, aos poucos, mais tranquila, mais serena diante das dificuldades da vida, mais paciente e amorosa com os outros, enfim, torna-se mais feliz!"

quarta-feira, 6 de março de 2013

Somos tão injustos, hipócritas!! Um ser humano morre e já julgamos o seu fim, atribuindo-o a uma certa conduta, fazemos pré-julgamentos desnecessários. Por que não nos concentramos nas nossas atitudes, em vez de querer converter as outras pessoas ao que acreditamos? Estamos aqui pra isso mesmo? A mensagem é essa? Somos detentores da grande verdade e devemos dizer aos outros como devem viver? E essa coisa de dizer "o meu Deus"? Deus é um só. Usar drogas não é algo positivo, o mundo inteiro sabe. Mas somos tão corretos a ponto de nos acharmos éticos o suficiente pra apontar o dedo na cara do outro e dizer que ele tem que mudar? Cara, todos somos diferentes e isso é lindo. Cada um segue o caminho que escolhe, cada um é livre pra viver a vida como quer. Sabe o que eu acho que destrói a harmonia no mundo? Todo esse fanatismo. Não adianta você querer impor a sua fé, a sua crença, sua religião. Cadê o amor? É lamentável! E drogas?! Ah, isso é muito relativo. Toda essa cegueira que domina grande parte da população em nome do "sagrado", também é droga.

terça-feira, 5 de março de 2013

Não adianta você querer criticar a "verdade" de alguém. Não adianta querer convencer alguém de que ele está equivocado. Cada pessoa tem seu tempo. Quando você entende que as pessoas são diferentes, que cada uma aqui tem sua tarefa a cumprir, que nada disso depende do seu esforço, mas que há algo muito maior e mais complexo do que podemos entender, que está no comando de tudo, você passa a aceitar melhor o outro. Afinal, como podemos nos julgar os detentores da verdade suprema? Aceitar o outro, o tempo do outro e respeitar sua verdade é estar em paz com a existência.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Libertador mesmo é você enxergar a si mesmo, controlando o impulso de "emitir qualquer parecer" sobre a opinião negativa de alguém sobre outra pessoa.

As aventuras de ser quem se é

Já estive confusa há alguns anos. Já tive dúvidas sobre a minha missão aqui neste planeta. Hoje não! Hoje eu tenho certeza de que fiz escolhas sensatas e de que estas me trouxeram muitos benefícios. Acho que às vezes fico confusa com relação ao que as pessoas dizem a meu respeito, mas não porque eu seja o que elas dizem, mas porque ainda me falta um pouco de convicção, acreditar em mim, no meu potencial. Quanto à minha missão? Levar amor já não é por si só uma grande missão? Ser uma boa filha, uma boa amiga, uma boa namorada, e quem sabe um dia, uma boa mãe; ser uma pessoa de princípios, que preza pelas atitudes de bem e tenta aplicá-las diariamente, já não é por si só uma missão?

domingo, 3 de março de 2013

Aí você está tão cheia, se sente tão preenchida e "transbordante", que você sente vontade de doar, servir, sem querer nada em troca.
Autoestima é algo que vem de dentro pra fora. Não o contrário. Seu bem-estar não deve depender da opinião de outra pessoas. Aprendi que não devem importar tanto, os elogios e as desaprovações dos outros. As pessoas quase nada sabem sobre elas mesmas, então quem são elas pra dizer quem você é e como deve agir? Aprendi que devo ter compaixão dessas pessoas, pois elas estão tomadas pelo ego, se acham detentoras da grande verdade. Por que estamos sempre procurando o defeito alheio, em vez de olhar a virtude, a nossa beleza no outro? Por que as pessoas não aceitam que todos somos diferentes e que a beleza está nisso?

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Um dos grandes problemas da humanidade: preocupar-se tanto em edificar grandes construções, grandes fortunas, realizar grandes feitos, possuir grandes títulos, em vez de procurar elevar verdadeiramente a própria alma.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Tempo que foge
Ricardo Gondim
Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a miséria do mundo. Não vou mais a workshops onde se ensina como converter milhões usando uma fórmula de poucos pontos. Não quero que me convidem para eventos de um fim-de-semana com a proposta de abalar o milênio.
Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos parlamentares e regimentos internos. Não gosto de assembleias ordinárias em que as organizações procuram se proteger e perpetuar através de infindáveis detalhes organizacionais.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos. Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de “confrontação”, onde “tiramos fatos à limpo”. Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário do coral.
Já não tenho tempo para debater vírgulas, detalhes gramaticais sutis, ou sobre as diferentes traduções da Bíblia. Não quero ficar explicando porque gosto da Nova Versão Internacional das Escrituras, só porque há um grupo que a considera herética. Minha resposta será curta e delicada: – Gosto, e ponto final! Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: “As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos”. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos.
Já não tenho tempo para ficar dando explicação aos medianos se estou ou não perdendo a fé, porque admiro a poesia do Chico Buarque e do Vinicius de Moraes; a voz da Maria Bethânia; os livros de Machado de Assis, Thomas Mann, Ernest Hemingway e José Lins do Rego.
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita para a “última hora”; não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja andar humildemente com Deus. Caminhar perto dessas pessoas nunca será perda de tempo.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013


Não há nada de errado em optar pelo que é saudável, positivo. Não há nada de errado em ser contemplativo, em cultivar a calma, a serenidade. Não há nada de errado em querer melhorar e tentar promover a harmonia ao seu redor. Não há nada de errado em optar por afastar e eliminar tudo o que é nocivo, e acreditar que, por mais que você seja criticado por isso, você está no caminho certo.
Por mais que o mundo inteiro queira te convencer de que os vícios, as velhas convenções, a zona de conforto são o caminho mais fácil e prazeroso, você não vai se deixar levar, pois está cada vez mais desperto. Verdadeiramente desperto.
Alguns aceitam a luz, outros se afundam cada vez mais na escuridão e tentam te arrastar junto com eles. Tenha compaixão. Perdoe as atitudes inconscientes dessas pessoas. Não deixe que tais atitudes e palavras te afetem ou perturbem a sua paz.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Pessoas ACHAM que sabem algo a seu respeito, mas não sabem nada a respeito delas mesmas. Tenha compaixão, paciência. Ou, simplesmente, afaste-se.
Ok! Pense o que quiser a meu respeito. E continue com a sua visão limitada sobre as pessoas e sobre o mundo. Concentre-se no que você tem que melhorar em você. Porque o que eu tenho que melhorar, já está sendo trabalhado.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Você é luz!

Então, quando você começa a entrar em harmonia com a sua verdadeira consciência, você percebe que não precisa de nada externo. Está tudo dentro de você. Alguns vícios desaparecem, outros você tem certeza que com o tempo irão embora, pois você está trabalhando isso. Você está evoluindo. Você é luz.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

"Permita-se! Liberte-se!" A mais linda e verdadeira declaração de amor que alguém pode ouvir na vida <3

sábado, 26 de janeiro de 2013

O amor é uma brisa

     "Não pense que o amor tem que ser permanente e isso tornará a sua vida amorosa mais bonita, pois você saberá que hoje vocês estão juntos e amanhã podem não estar.
     O amor vem como uma brisa, fresca, perfumada, que entra na sua casa deixando-a repleta de frescor e perfume, durando o tempo que a existência lhe conceder e depois indo embora. Você não deve tentar fechar todas as portas, senão a brisa fresca se tornará um ar viciado. Na vida, tudo está mudando e a mudança é belíssima; ela lhe proporciona mais e mais experiências, mais e mais consciência, mais e mais maturidade."

A essência do amor, Osho
     "[...]
     E, certamente, nada é pior do que nos acomodarmos ao clamor da maioria, convencidos de que o melhor é aquilo a que todos se submetem, considerar bons os exemplos numerosos e não viver racionalmente, mas sim por imitação.
     Daí, a grande quantidade de pessoas que se precipitam umas sobre as outras. Como acontece em uma grande catástrofe coletiva, quando as pessoas são esmagadas, ninguém cai sem arrastar a outro, e os primeiros são a perdição dos que o seguem. Isso tu podes ver acontecer ao longo da vida; ninguém erra por si só, apenas repete o erro dos outros.
     É prejudicial, portanto, apegar-se aos que estão à tua frente, ainda mais quando cada um prefere crer em lugar de julgar por si mesmo, deixando de emitir juízo próprio sobre a vida. Por isso, adota-se, quase sempre, a postura alheia. Assim, o equívoco, passando de mão em mão, acaba por nos prejudicar.
     Morremos seguindo o exemplo dos demais. A saída é nos separarmos da massa e ficarmos a salvo. Mas agora as pessoas entram em conflito com a razão em defesa de sua própria desgraça. A mesma coisa acontece nas eleições. Aqueles que foram eleitos para cargos de pretores são admirados pelos que os elegeram. O beneplácito popular é volúvel. Aprovamos algo que logo depois é condenado. Este é o resultado de toda decisão com base no parecer da maioria."

Sêneca

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

O outro é como um espelho. O ignorante enxerga o que quer, limitado pela sua imodéstia. O sensato enxerga no outro seus próprios defeitos e procura eliminá-los ou, ao menos, melhorá-los.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

     "[...]
     E por causa desse condicionamento você tem feito esse joguinho infame, que é fugir quando o homem se aproxima de você com seu amor e assim estimulá-lo a ir atrás de você. O fato de ele persegui-la a agrada. Toda mulher gosta disso. É feio e você não está consciente das implicações mais profundas. Significa que você é a presa; o homem é o caçador e ele está brincando de caçar. Você está permitindo a supremacia do homem, sem perceber. A tradição lhe ensinou que a iniciativa no amor deve ser do homem, não da mulher; isso depõe contra a elegância da mulher. Essas ideias são obsoletas – por que já começar sendo a número dois? Se você ama um homem, por que esperar? Conheço muitas mulheres que esperaram durante anos porque queriam que o homem tomasse a iniciativa.
     [...]
     Não existe na verdade nenhuma razão para que a mulher espere que o homem tome a iniciativa. Se a mulher sente amor por alguém, ela deveria tomar a iniciativa e não se sentir humilhada se o homem não corresponder. Isso conferiria a eles igualdade. São pequenas coisas que tornariam possível a libertação das mulheres.
     Mas a mulher está sempre tentando fazer “joguinhos”. Ela atrai o homem, tenta de todas as maneiras atraí-lo com a sua beleza, com as roupas, com o perfume, com o penteado – usa tudo o que está ao seu alcance. Ela atrai o homem e, depois que consegue, então começa a fugir. Mas ela não corre rápido demais. Continua olhando para trás, para ver se ele a está seguindo ou não. Se ele fica para trás, ela espera. Quando ele se aproxima novamente, ela começa a correr.
     Isso é estupidez; o amor tem de ser um jogo limpo. Você ama alguém, você expressa o seu amor e diz para a outra pessoa, “Você não é obrigada a dizer sim; seu não será respeitado. Isso é apenas o que eu quero. Você não precisa me dizer sim a contragosto, porque esse sim será perigoso se você não sentir amor por mim. Apenas se me amar a nossa vida se tornará completa”.
     Uma mulher e um homem que se amam podem entrar em meditação com muito mais facilidade. A meditação e o amor são fenômenos muito próximos; se você entrar em meditação, as suas energias de amor começam a transbordar. Se você realmente se apaixonar por alguém que ama você, as suas energias meditativas começam a aumentar. Trata-se de experiências muito próximas. Por isso eu sou a favor das duas."

A essência do amor, OSHO

O caso é que algumas mulheres não conseguem se libertar de todos esses velhos medos, esses velhos dogmas que vieram de suas mães dizendo "Não dê pro cara, senão ele não vai querer mais nada com você!", e de suas amigas igualmente reprimidas que julgam qualquer outra atitude que seja mais natural. É difícil pra muitas delas! E daí surge aquela velha ladainha de que homem não presta, que o negócio é dar uma de difícil e bla bla blá. Mas tem uns panacas por aí que também não colaboram hehehe Mas não dá p generalizar. As mulheres precisam se libertar. Ainda não li o texto, mas vou dar uma olhada depois.
A culpa não é de um gênero ou de outro, mas de grande parte da sociedade que, desde sempre, ao mesmo tempo que marginaliza o sexo, cria fantasias em torno do tema, gerando toda essa "guerrinha psicológica". Mulheres têm seus medos, seus traumas, seus valores condicionados, homens também. A partir do momento em que ambos se conscientizarem de que o sexo pode ser algo natural para os dois; que a mulher também sente tesão, que a mulher também fica subindo pelas paredes quando fica muito tempo sem transar, que a mulher também tende a ser polígama, que isso faz parte da natureza humana, entre outras coisas, aí sim, toda essa discussão sobre "a guerra dos sexos" vai ao menos ser amenizada. Algumas pessoas se empenham tanto em ser machistas ou feministas que acabam defendendo um lado ou outro e não a questão em comum, o ser sexual.
Sejamos gratos!
Nós, seres humanos, e a nossa mania irritante de rotular todas as coisas. "Fulano é assim!" Pronto! Acabaram-se todas as chances de você conhecer alguém interessante, de a outra pessoa se mostrar verdadeiramente, de você abrir sua mente e enxergar o essencial.
Agora, fulano está em uma prateleira, e você segue com a sua opinião limitada, seu pensamento medíocre.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Aí você pega toda a energia empenhada em mudar o outro, utiliza-a para tranformar-se; muda a sua percepção sobre o outro, sobre o mundo. E aí ninguém precisa mudar ninguém. Acontece uma troca, um apoio mútuo. Mas tudo acaba mudando naturalmente, na maioria das vezes, pra melhor. Ninguém muda ninguém.
"Você mudou a minha vida." Não, não foi fulano que mudou a sua vida. Você pode, sim, encontrar alguém que te ajude a mudar, que te ajude a mudar a sua percepção sobre tudo. Mas, repito, ninguém muda ninguém. A mudança não ocorrerá se não vier do seu interior, se você não a acolher e não a quiser. O que é verdadeiro, vem de dentro pra fora, não o contrário.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Nessa grande tela redonda de egos flutuantes, grande parte das pessoas já vem com sinopse e crítica acoplada. Gente é como filme: só assistindo pra saber.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

E então inventaram um tal de "coloque-se no meu lugar", pra justificar a falta de habilidade das pessoas em lidar com as próprias frustrações e falta de capacidade de agir em determinada situação. Uma forma de atribuir ao outro a responsabilidade por sentir-se afetado por um sentimento negativo. "Você faria o mesmo no meu lugar!". Suposições! É impossível que alguém se coloque no seu lugar. São pessoas distintas; vivências mais ainda.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Não! Fulano não te ama porque faz tudo por você, porque tem ciúme ou porque te liga toda hora. Você não ama fulano porque ele é tudo pra você, o ar que você respira, a luz dos seus olhos, a razão do seu viver. Ninguém tem essa responsabilidade toda, e você é alguém sem fulano. Você não ama fulano porque chora de saudades. Buquês de flores, alianças, mensagens ao vivo não são provas de amor. Aliás, amor não se prova, não se atesta, não se "contrata". Amor não é sentimentalismo, não é possessividade. Você não é dele, ele não é seu. Pessoas possuem coisas, não pessoas. Amor não é chama, não é drama, não é cama. "Amor é outra coisa". Você não ama fulano porque ele é bom, o melhor, o mais tudo, o perfeito. Não existe alguém assim. Amor não tem justificativa. Não se ama alguém por isso ou por aquilo. "Eu amo fulano porque..." FORGET IT! Ame sem expectativas, sem suposições, sem idealismos, sem porquês! Just love <3